O QUE ACESSAR

dezembro 11, 2008


O que acessar !

www.dominiopublico.com.br
Artigos e Livros

www.socialtec.com.br
Marketing Social

www.virtualbooks.com.br
Acervos de livros


LEIA MAIS !

dezembro 11, 2008


Leia mais !
VOCÊ É DO TAMANHO DOS SEUS SONHOS

Autor: César Souza
Editora: Gente
 

O SEGREDO

Autor: Rhonda Byrne
Editora: Ediouro 

O MONGE E O EXECUTIVO

Autor: James C. Hunter
Editora: 
Sextante / Gmt



INSTITUTO PRÓ SABER

novembro 18, 2008

logomarca-instituto-pro-saber

Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de outro todos nós envolvemos pedaços da vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a vida com a educação.

Hoje, os processos educativos ganham uma centralidade talvez jamais vista na história contemporânea, não apenas considerando a escola formal, mas também a “escola da vida”, que é constituída por outros espaços, experiências e saberes.Para compreender uma sociedade, é necessário desvendar a construção simbólica que ela carrega e estas significações se constroem com base no que já existe.

Neste contexto, nasceu o Instituto Pró Saber, uma entidade jurídica sediada em Feira de Santana com propostas de atuar no segmento de educação superior a distância, oferecendo cursos de graduação e pós-graduação.


RECESSO

novembro 18, 2008

Estaremos de férias coletivas do período de 20 de dezembro a 10 de janeiro de 2009.
Visando acelerar nosso trabalho e atender melhor a todos, solicitamos que os Trabalhos Acadêmicos e Artigos Científicos (T.C.C) Trabalho de Conclusão de Curso, sejam enviados a Secretaria do Instituto Pró Saber, pelo Correio (Sedex) material impresso, ou após o retorno das férias. 


NOTÍCIAS

novembro 18, 2008

PASSO A PASSO, A LEI DO PISO SALARIAL NACIONAL

Série de reportagens discute a lei que tem por objetivo aperfeiçoar e valorizar a carreira docente

 

Desde que a Lei 11.738 foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em julho, uma polêmica tomou conta do mundo educacional brasileiro. Tudo porque, além de fixar 950 reais o piso salarial do Magistério, a norma obriga as redes a reservar no mínimo um terço da carga horária de trabalho dos professores contratados para atividades extraclasse. Alinhado a uma resolução de 1997 do Conselho Nacional de Educação, o Plano Nacional de Educação, de 2001, já prevê de 20% a 25% do tempo dos docentes destinado ao aperfeiçoamento profissional fora da sala de aula – nem sempre a determinação é cumprida. O aumento dessa carga para 33% fez com que a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed) reagissem, colocando prefeitos e governadores na linha de frente da batalha contra o novo texto legal.

A polêmica gira em torno de dois eixos. O primeiro é financeiro. As horas reservadas para planejar aulas, corrigir provas e estudar são encaradas como uma ameaça aos cofres públicos. Se colocado em prática, o novo modelo (que representa um ganho potencial enorme para a qualidade da nossa Educação) efetivamente exigirá a contratação de profissionais, com impactos variados, conforme o estado ou o município (uma estimativa coloca em 10 bilhões de reais por ano o investimento extra só nos estados). Para que o piso seja pago, a lei prevê que o governo federal repasse mais verbas para estados e municípios. Mas não há solução prevista para financiar a contratação de mais professores. Ou seja, será preciso negociar – e fazer valer a tão falada vontade política na hora de investir numa área que, reconhecidamente, precisa melhorar.

O segundo diz respeito a uma questão jurídica – e esse é o ponto que, neste momento, ainda abre espaço para contestações, apesar de a lei já ter sido sancionada. Prefeitos e governadores afirmam que as novidades mexem nos planos de carreira docentes, o que fere a autonomia de estados e municípios prevista na Constituição. Portanto, o artigo em questão seria ilegal. 

Idas e vindas 

De início, o barulho foi forte na imprensa, com ameaças e relatórios mostrando a inviabilidade de aplicar a lei. O próprio Ministério da Educação publicou, em seu site, que o Consed havia feito uma consulta (no mínimo curiosa) sobre a possibilidade de contar como horário extraclasse o tempo que os professores gastam trocando de sala, entre uma aula e outra, de manhã ou à tarde. Passadas algumas semanas, porém, os ânimos se acalmaram. O Consed parou de ventilar o levantamento que apontava o grande rombo nas contas públicas. E negou que tenha procurado o MEC com a dúvida sobre a chance de considerar como aperfeiçoamento profissional o deslocamento dentro da escola. “Não temos documentos com esse registro”, diz a presidente da entidade, Maria Auxiliadora Seabra Resende, a Dorinha, secretária de Educação do Tocantins. Sobre os valores previstos, ela afirma que a entidade está produzindo um novo levantamento, sem data para ser divulgado, “com a situação bem mais detalhada”. E adianta: “Pensamos até em pedir complementação federal, não só para o piso, mas também para a contratação de mais professores”. 

Todos os envolvidos aguardam que o MEC envie à Advocacia-Geral da União (AGU) as dúvidas sobre a constitucionalidade do assunto – vale lembrar que o órgão, durante o trâmite do projeto no Legislativo, pronunciou-se pela legalidade do texto. “Os procuradores estaduais vão se reunir e elaborar o documento (com as dúvidas jurídicas)”, disse o ministro Fernando Haddad no dia 15 de agosto.

 

Confira outras notícias sobre o assunto:

 

Tudo sobre o piso

O horário extraclasse é essencial para a formação, insumo imprescindível para a melhoria da qualidade da Educação. Conheça os caminhos para aproveitar bem esse tempo. 

Saiba quais são os aspectos financeiros da lei e entenda por que especialistas dizem que é possível pagar o novo piso e contratar professores sem quebrar os cofres públicos. 

A questão jurídica é controversa. Acompanhe o histórico da tramitação da lei e a opinião de especialistas. 

Empresários, políticos e representantes do terceiro setor falam sobre a importância da lei como instrumento de valorização da Educação. 

As leis que vêm por aí. Em tramitação no Congresso, projetos podem trazer, a exemplo da lei do piso, mais mudanças estruturais na Educação brasileira.

 

Fonte: 
http://revistaescola.abril.com.br/online/reportagem/passo-passo-lei-piso-salarial-nacional-301701.shtml

PRÓ SABER SOLIDÁRIO

novembro 18, 2008

VOCÊ PODE FAZER MAIS

 O Lar dos Velhos Bezerra de Menezes é uma entidade beneficente de assistência social a idosos moradores de rua na cidade de Alagoinhas. Saiba mais...


SAÚDE

novembro 18, 2008

VOZ: INSTRUMENTO ESSENCIAL DE TRABALHO PARA OS PROFESSORES.

De uso diário prolongado e muitas vezes intenso, a voz tem um papel importantíssimo na atividade profissional dos professores e profissionais de educação e por isso mesmo, os torna especialmente vulneráveis a problemas vocais. O uso inadequado e as condições de rotina e trabalho apresentam situações estressantes e de fatores de riscos para a saúde vocal e geral.

 

Fatores prejudiciais a saúde bucal:

 

*      Fumo, álcool, drogas e poluição;

*      Tossir e pigarrear freqüentemente;

*      Gritar;

*      Forçar a voz durante uma gripe ou resfriado;

*      Falar em locais barulhentos e salas muito cheias;

*      Mudanças bruscas de temperatura;

*      Consumo de alimentos e bebidas muito geladas;

*      Exposição a ambientes empoeirados, mofo, cheiros fortes, pó;

*      Alergia

 

Dicas para manter uma voz saudável:

 

*      Beber bastante água, em temperatura natural, diariamente;

*      Fazer vistas periódicas ao otorrinolaringologista e ao
            fonoaudiólogo;

*      Levar sempre sprays e pastilhas refrescantes;

*      Evitar a automedicação;

*      Repousar a voz nos horários livres;

*      Usar roupas leves e frescas;

*      Evitar refrigerantes, água gelada, gorduras e condimentos.

*      Realizar exercícios regulares de relaxamento da voz;

*      Manter a postura da cabeça e do corpo durante a aula.

 

Fonte: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/voz.htm